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Notícia

«Noite de Solidariedade» no Dia Mundial da Esclerose Múltipla

No dia 26 de Maio, a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) assinala o Dia Mundial da Esclerose Múltipla numa “Noite de Solidariedade” no Teatro Camões, em Lisboa.

O evento, que terá início pelas 21h00, será apresentado por Jorge Gabriel, enquanto a abertura ficará a cargo dos comediantes Nilton e Luís Filipe Borges, seguindo-se o concerto da fadista Ana Moura.




Sobre a SPEM

A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social criada há mais de 25 anos, que tem como missão contribuir para a melhoria das condições de vida dos portadores de Esclerose Múltilpa e das pessoas que com eles convivem. Neste âmbito, a SPEM desenvolve a sua actividade em distintas mas complementares áreas de acção.

Por um lado, intervém junto dos poderes públicos e organismos competentes, especialmente nas áreas da saúde e social, no sentido da maior eficiência na divulgação da informação pertinente sobre a patologia e o acesso às respectivas terapias.

Por outro, presta apoio integrado e multidisciplinar, através de serviços especializados e de referência, como o Centro Actividades Ocupacionais (CAO), a Unidade de Neuro-reabilitação, o Apoio Domiciliário, as Consultas de Psicologia, o Serviço Informativo Social e o Apoio Jurídico.

Com mais de 2.500 sócios activos, a SPEM, que tem sede em Lisboa, está presente em várias zonas do país (9 delegações e 1 núcleo) conseguindo chegar a cada vez mais pessoas atingidas pela doença.

Pretende-se que a acção da instituição se estenda a toda a sociedade civil, como forma de sensibilização para a existência de uma realidade cujas consequências impõem o apoio de todos, para que possam ser satisfeitas as necessidades específicas dos portadores e, simultaneamente, garantir-lhes plena e digna integração social.



Sobre a Esclerose Múltipla (EM)

A EM é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, que surge em regra entre os 20 e os 40 anos e é mais frequente em mulheres. Trata-se de uma patologia tendencialmente incapacitante que corresponde à segunda causa de “incapacidade” juvenil e que surge logo após os acidentes de viação.

A EM interfere com a capacidade de controlo de funções como a visão, a locomoção, o equilíbrio e cujas sintomas podem ser tão variados quanto as alterações da visão e da fala, adormecimento e arrastamento dos pés, fraqueza ou fadiga, tremor das mãos e diminuição de coordenação motora, falta de equilíbrio ou paralisia, distúrbios cognitivos e emocionais ou perturbações da sexualidade.

Devido à tendencial incapacidade de trabalho e elevados custos inerentes à patologia, o universo de portadores é maioritariamente de baixo rendimento económico. Actualmente há em Portugal mais de 5.000 portadores de EM e segundo um estudo da SPEM, estima-se que cerca de 6% dos portugueses já contactaram com a doença. No entanto, existe um enorme desconhecimento da patologia e ainda persiste a ideia de que é uma “doença de velhos”, quando atinge sobretudo as camadas mais jovens.