Uma plataforma única para a divulgação da sua empresa!

Saiba como >>

Director José Alberto Soares

Assessora de Direcção
Helena Mourão

Redacção Andreia Montes
Andreia Pereira
Bruno Miguel Dias
Cátia Jorge
David Carvalho
Maria João Garcia
Paula Pereira
Sara Oliveira
Sara Pelicano
Sílvia Malheiro
Susana Catarino Mendes

Fotografia Ricardo Gaudêncio (Editor)
Nuno Branco
Jorge Correia Luís
José Madureira

Agenda

Director de Produção
João Carvalho

Director de Produção Gráfica José Manuel Soares

Director Comercial Miguel Ingenerf Afonso

Publicidade Carla Gonçalves

Directora de Marketing Ana Branquinho

Relações Públicas Catarina Moreira

Director de Multimédia
Luís Soares


Saúde Pública<sup>®</sup> 106 / Janeiro de 2012
Mundo Médico<sup>®</sup> 79 / Novembro de 2011 Edições especiais Mundo Médico<sup>®</sup> 155 / Novembro de 2011
Mundo Farmacêutico<sup>®</sup> 55 / Novembro de 2011 Informação SIDA<sup>®</sup> 89 / Novembro de 2011
HematOncologia<sup>®</sup> 15 / Outubro de 2011 Jornal Pré-Congresso 9 / Janeiro de 2012
Jornal do Congresso 160 / Janeiro de 2012
<i>Outros Projectos</i> 11 / Novembro de 2011
 


Artigo de Saúde Pública®

Nº 68 / Março de 2008






03 Estudo prova que a água e fibras combatem obstipação crónica
- Dr.ª Judith Pradera
Através do estudo «Eficácia e tolerabilidade da água mineral natural, adicionada de fibras solúveis naturais e sabor, na obstipação crónica», foi possível concluir que «a Ritmo Luso regula o trânsito intestinal a partir do 7.º dia», explica a Dr.ª Judith Pradera, médica gastrenterologista e consultora da Datamédica.

A obstipação crónica funcional é uma perturbação da motilidade intestinal, muito frequente no mundo ocidental. Neste momento, os números indicam que afecta 6 a 23% da população.

Hoje em dia, muitos especialistas acreditam que existem vários factores envolvidos na sua génese, destacando a importância da utilização da fibra alimentar devido ao efeito que consegue exercer no trânsito intestinal.

Os profissionais de saúde defendem que o tratamento inicial da obstipação crónica deve passar pela ingestão diária de 20 a 35 gramas de fibra.

Judith Pradera esclarece que, «para se tentar encontrar uma solução para a obstipação crónica, foi desenvolvido ao longo de duas semanas, em Portugal, um estudo controlado, de distribuição aleatória, aberto e comparativo entre a água mineral natural lisa e a água mineral natural adicionada de fibras solúveis naturais e sabor. De forma concreta, foram incluídos indivíduos de ambos os sexos, maiores de 18 anos e com obstipação crónica definida de acordo com os Critérios de Roma».

Por sua vez, «foram excluídos doentes com síndrome do intestino irritável, com obstipação secundária a patologias orgânicas ou crónicas, em tratamento crónico com laxantes ou com fármacos associados à obstipação. Os participantes do estudo foram distribuídos em dois grupos concretos. No primeiro, os doentes receberam água mineral natural adicionada de fibras solúveis naturais e sabores, por sua vez, no segundo as pessoas ingeriram água mineral natural lisa», informa a consultora médica, acrescentando:

«Os produtos utilizados tanto no primeiro como no segundo grupo foram administrados na quantidade de 500 mL diários durante 14 dias. Depois, os participantes foram observados três vezes. Em cada visita, foram avaliados os hábitos intestinais e o funcionamento intestinal de cada um dos participantes. Por sua vez, cada participante efectuou uma auto-avaliação sobre o seu estado e registaram-se os acontecimentos adversos.»

Dos 722 indivíduos que foram incluídos no estudo de avaliação, 365 estavam incluí-dos no grupo activo e 357 no grupo placebo. Sendo assim, verificou-se que «o produto activo foi mais eficaz do que o placebo em todos os critérios de eficácia, sendo as diferenças estatisticamente significativas no fim do estudo.

O grupo activo apresentou, em média, na segunda semana, 1,4 evacuações espontâneas completas, menos de 0,5 evacuações incompletas, menos de 0,3 evacuações com fezes duras e com esforço» (figura 1).

Relativamente à escala de avaliação do funcionamento do intestino, «o grupo activo apresentou uma melhoria na função intestinal, com uma pontuação de 0,63 pontos menor que os controlos. Na escala de auto-avaliação global, o grupo activo apresentou uma maior satisfação, com menos 0,75 pontos que os controlos. Tendo por base estes valores, foi possível constatar que a melhoria foi evidenciada logo na primeira semana de tratamento, sendo a diferença estatisticamente significativa versus o grupo controlo», esclarece, concluindo que «este estudo evidenciou que o produto administrado é superior ao placebo no controlo dos sintomas de obstipação crónica, sendo as diferenças estatistica e clinicamente significativas. Na análise de segurança, o produto activo é seguro e bem-tolerado, podendo ser considerado como uma opção no tratamento da obstipação crónica».


texto: Paula Pereira
ver comentários (0)        

Para inserir o seu comentário faça login ou registe-se.

Login









Registo









Recuperar password