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Artigo de Saúde Pública®

Nº 48 / Maio de 2006






13 Perspectivas do 9.º congresso nacional
– Dr. Francisco Menezes Brandão
Dr. Francisco Menezes Brandão
Presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia
[email protected]


A Dermatovenereologia é uma especialidade de órgão – a pele, o maior do corpo humano – que inclui, igualmente, mucosas e anexos (pêlos e unhas).

Não pode mais considerar-se a Dermatovenereologia como uma especialidade isolada, mas como especialidade integrada e colaborando com outras afins – Medicina Interna, Reumatologia, Alergologia e Imunologia Clínica, Pediatria, Histopatologia, Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, Cirurgia Vascular, Oncologia, Infecciologia e outras.

Esta visão global da especialidade está hoje bem presente no desenvolvimento que tem tido no nosso País. Na maior parte dos Serviços, em especial nos dos hospitais centrais, existem dermatologistas com elevada diferenciação nas várias áreas e valências, que interagem com as outras áreas médicas afins da Dermatologia.

A investigação básica, em especial no domínio da Imunologia, tem permitido avanços significativos na compreensão e tratamento de várias dermatoses, como a dermite atópica, psoríase, alguns linfomas cutâneos.

Na área cirúrgica, o enorme desenvolvimento a que se vem assistindo, em especial no que se refere à laserterapia, permitiu que muitas situações dermatológicas, até agora sem grande possibilidade de terapêutica, possam ter uma diferente abordagem, com resultados verdadeiramente surpreendentes em muitos casos. Em muitos outros domínios tem também a Dermatologia contribuído para inovações e avanços importantes.

Esta visão global da especialidade foi o espírito que presidiu à elaboração do programa científico do 9.º Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia – abordagem de temas variados que interessam não só à especialidade, mas também a outras áreas do conhecimento médico para, assim, serem atraídos médicos de outras especialidades a participar activamente no programa e para poderem vir assistir e beneficiar do mesmo.

A conferência de abertura é a prova mais cabal deste espírito – que tema mais actual em Dermatoncologia do que o melanoma maligno? E que cientista português mais tem prestigiado a Medicina portuguesa do que o Prof. Sobrinho Simões? Pois bem, «o melanoma maligno do ponto de vista do patologista molecular» é o tema desta conferência, que abrirá o congresso de maneira brilhante.

Mas as outras conferências plenárias trarão também até nós renomados dermatologistas estrangeiros, que dissertarão sobre outros assuntos, como a abordagem das novas terapêuticas de dermatoses inflamatórias crónicas ou as dermatoses bolhosas da gravidez.

Nos simpósios principais, a urticária, as doenças do conectivo, as doenças neurocutâneas, o simpósio sobre cirurgia dermatológica e a sessão interactiva de casos clínico-dermatopatológicos abrangerão importantes áreas multidisciplinares que interessarão, seguramente, a médicos de várias especialidades.

Para além de simpósios patrocinados pela indústria – que abordarão dermatoses tão importantes como a acne, psoríase e eczema atópico –, o congresso terá o seu encerramento com duas sessões que se prevêem animadas e, cientificamente, muito interessantes – a sessão de casos clínicos para diagnóstico e uma segunda sessão intitulada «O que há de novo?».

Mas, de facto, o congresso é dos médicos e para os médicos, e os dermatologistas responderam inequivocamente presente, não só no número de inscrições que se verificou, como, sobretudo, na activa participação de todos – cerca de 120 trabalhos foram enviados para apresentação oral ou sob a forma de poster. Esta é a demonstração evidente da vitalidade da especialidade no nosso País.

Aguardamos um congresso cheio de interesse científico, social e pessoal. Todos serão bem-vindos, pois contamos com todos para o seu sucesso.

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