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Artigo de Saúde Pública®

Nº 44 / Janeiro de 2006






03 «A meta é chegar a 2007 liderando o mercado dos genéricos».
A afirmação é de Artur Duarte, responsável da GP, Genéricos Portugueses
Entraram nas farmácias pela primeira vez no dia 2 de Janeiro, mas prometem conquistar a confiança dos portugueses dentro de pouco tempo. Apesar de jovem, a GP faz parte de um grupo farmacêutico já bem conhecido, a Medinfar, que garante a qualidade e segurança dos seus produtos.

Missão: revolucionar o mercado de medicamentos genéricos em Portugal. O objectivo da GP, Genéricos Portugueses, é chegar a 2007 no topo da tabela dos medicamentos genéricos mais prescritos. Para alcançar esta meta será colocada no terreno uma equipa especializada que actuará directamente junto da classe prescritora, os médicos. Numa segunda fase, serão lançadas campanhas de divulgação nos meios de comunicação.

Com estes pontos devidamente definidos, e com os pés bem assentes na terra, a GP acredita que a missão será cumprida e o objectivo alcançado.

«Sabemos que será uma dura batalha, mas sabemos também que temos armas para vencê-la», afirma o director da empresa, Artur Duarte, referindo-se à forte concorrência que domina actualmente o mercado e acrescentando:
«Vamos pensar grande e começar pequeno para, aos poucos, conseguirmos chegar onde pretendemos.»

E o que a GP pretende é precisamente liderar o mercado de genéricos dentro de dois anos. «Queremos chegar ao final de 2007 no topo da tabela de genéricos mais prescritos, com o portfolio de produtos que consiga satisfazer praticamente todas as áreas terapêuticas», continua.

Até lá, há ainda um longo caminho a percorrer. Porém, o nome Medinfar, que está por trás da GP, pode abrir muitas portas no sentido de conquistar a confiança de quem prescreve os medicamentos, de quem os vende ao balcão e, principalmente, de quem os consome. «Falamos de médicos, farmacêuticos e público em geral».

«Temos como suporte a Medinfar, que garante aos profissionais de saúde segurança, eficácia e qualidade nos produtos e serviços Medinfar. A qualidade GP é exactamente a mesma,» explica Artur Duarte.

Com uma equipa de 20 delegados de informação médica a actuar junto da classe médica e outros 10 profissionais junto dos farmacêuticos, a GP tem no terreno uma equipa especializada encarregue de divulgar a empresa.
«Pretendemos chegar também à Farmácia Hospitalar», adianta ainda Artur Duarte.

Numa farmácia perto de si

A GP entrou nas farmácias a 2 de Janeiro com um leque de 17 princípios activos, 10 deles pertencentes à lista de medicamentos mais prescritos em Portugal.

«Estamos a fazer um grande investimento para aumentar a oferta de novos medicamentos genéricos. Esperamos lançar, em 2006, novas substâncias activas com a denominação GP», adianta o responsável.

Desde a Clínica Geral, passando pela Cardiologia, Psiquiatria, Reumatologia e outras especialidades, é objectivo desta nova empresa de genéricos dar resposta às mais diversas áreas terapêuticas, de forma a atingir um mercado mais abrangente.
O plano de acção já está traçado e as perspectivas são optimistas.

«Numa primeira fase, faremos divulgação directamente aos médicos para que conheçam a GP e para que comecem a prescrever os nossos medicamentos. Se um doente for medicado com fármacos GP e ficar satisfeito, decerto tenderá a procurar de novo esse medicamento sempre que tiver necessidade», diz o responsável.

«Não queremos lançar a Genéricos Portugueses como sendo mais um laboratório de genéricos. Na verdade não nos queremos preocupar muito com as restantes empresas que trabalham nesta área. Queremos sim, fazer a diferença, numa fase em que o mercado de genéricos está ainda em crescimento», afirma Apostando fortemente nos recursos humanos, com equipas especializadas e com formação específica, Artur Duarte acredita que, logo numa fase inicial, a GP terá todas as condições para obter bons resultados.

Diz o representante da empresa que «os genéricos tiveram, de 2003 para 2004, um crescimento de cerca de 50% e, embora a um ritmo mais lento, a tendência será para evoluir ainda mais. Para tal, a GP poderá ser um forte contributo».

«Temos as cores da bandeira»

Com um nome fácil de reter e de fácil prescrição médica, a GP tem ainda uma imagem que apela ao espírito nacionalista de todos os portugueses. O verde e vermelho saltam à vista e ficam na memória de todos aqueles que, eventualmente, se possam esquecer do nome da marca.

«É muito simples chegar à farmácia e pedir um medicamento que tem na caixa a bandeira nacional, isto no caso de a pessoa não se recordar da marca que está por detrás desse medicamento», justifica Artur Duarte.

«Queremos fazer esta associação para que as pessoas prefiram o produto nacional. A verdade é que os alemães tomam genéricos da Alemanha, tal como os espanhóis optam pelos medicamentos produzidos em Espanha.

Igualmente os portugueses devem seleccionar o que de melhor se faz por cá, e a GP é uma marca de medicamentos genéricos realmente portuguesa. Devemos sempre preferir o produto nacional, desde que tenha qualidade», avança.


Cátia Jorge
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